WeCreativez WhatsApp Support
Olá! Tem alguma pergunta? Contacte-me pelo whatsapp e responderei o mais breve possível.
Olá! Tem alguma pergunta?

Tipos e benefícios de terapia com animais

A terapia assistida por animais consiste na utilização de animais como ajuda ou complemento nas terapias tradicionais com o objetivo de proporcionar benefícios físicos, cognitivos, sociais e emocionais.

É possível utilizar muitos animais – desde cães, os mais utilizados, até coelhos –, as modalidades mais reconhecidas são a hipoterapia, a delfinoterapia e as terapias com animais de companhia.

Hipoterapia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Consiste em atividades realizadas com cavalos com o objetivo de contribuir positivamente ao desenvolvimento cognitivo, físico, emocional, social e ocupacional das pessoas que sofrem algum tipo de deficiência ou necessidade especial.

Dentro do campo da hipoterapia, encontram-se a equitação psicopedagógica, equitação adaptada, terapias ocupacionais e a hipoterapia stricto sensu, a qual consiste em aproveitar os movimentos do cavalo para estimular o sistema nervoso e muscular, conseguindo assim uma reabilitação e melhoria na área motora.

Sabia que, por exemplo, um cavalo a trote transmite à pessoa que o monta um total de 110 movimentos diferentes por minuto?

Além dos cavalos, também se utilizam burros. A chamada asinoterapia tem a vantagem de que os burros, ao serem mais pequenos, não causam tanta intimidação como o cavalo, conseguindo-se quase desde o início, uma grande vinculação psicoafetiva com o animal.

Delfinoterapia

 

 

 

 

 

 

 

 

Consiste em nadar e em interagir com um ou mais golfinhos. Utiliza-se, principalmente, para terapias infantis em casos de paralisia cerebral, perturbações gerais do desenvolvimento, perturbação do espectro do autismo e atraso psicomotor.

Os benefícios deste tipo de terapia, além dos associados, em geral, à interação com animais no contexto não terapêutico, estão relacionados com os sons que os golfinhos emitem através do seu sistema de ecolocalização. Acredita-se que o sistema de comunicação natural – pelo qual os golfinhos reconhecem o seu entorno através de ondas ultrassônicas de altíssima frequência que chegam a ultrapassar os 80 Khz –, penetram no sistema nervoso de quem está em contacto com eles, estimulando determinadas zonas cerebrais, além de ativar o sistema imunitário e autorregular os processos corporais.

A delfinoterapia, além de ser a terapia menos acessível devido à disponibilidade do lugar e do animal, é também a mais discutida porque, cientificamente, não se comprovaram ainda os seus benefícios e porque, desde a perspetiva protecionista, é a menos ética, uma vez que os golfinhos são afastados do seu habitat natural e das suas famílias, submetidos a longas sessões de treino e a condições artificiais que lhes provocam stress.

Terapia com animais de companhia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A terapia com animais de criação é a que conta com maior acessibilidade a nível de instalações e a nível económico. Além do mais, utilizam-se animais que são conhecidos desde a perspetiva veterinária e desde o ponto de vista do adestramento, o que é especialmente importante para a sua utilização terapêutica.

A terapia assistida por cães, canino-terapia, é a mais utilizada e documentada, mas não é a única. Outros animais de companhia utilizados frequentemente são:

  • Os animais de criação. Por exemplo, utilizam-se em pessoas com deficiência intelectual.
  • São utilizados principalmente como estímulos visuais naturais, por exemplo, comprovou-se que utilizar pássaros em contextos coletivos de idosos pode aliviar a depressão e impulsionar a interação.

Em Inglaterra é uma grande tradição de utilização de pássaros e outros animais de pequeno tamanho como hamsters, porquinhos da Índica ou coelhos, relacionando-se a terapia com o cuidado dos animais.

  • Costumam-se utilizar quando a pessoa tem alergia ou medo aos cães. Também são considerados mais indicados para as atividades com idosos.
  • Peixes. Os peixes são altamente utilizados para a sua contemplação, reduzindo a ansiedade. Por exemplo, são vários os estudos que demonstram que expor aquários com peixes nas salas das consultas dos dentistas produz um efeito relaxante nos pacientes. Outro exemplo é a constatação por uma equipa de professores de psiquiatria da Universidade da Pensilvânia, de descidas de pressão sanguínea, redução da ansiedade e uma menor excitação fisiológica em crianças hospitalizadas que observaram um aquário.

 

 

 

 

También puede interesarte…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Fill out this field
Fill out this field
Por favor insira um endereço de email válido.
You need to agree with the terms to proceed

Menu

Compartir esto con un amigo